Recuperar Portugal defende modelo híbrido de financiamento europeu pós-2027

Mário Tavares da Silva apresentou lições do PRR e defendeu um novo modelo de fundos europeus na 27.ª Reunião do Grupo de Trabalho da Simplificação.

Imagem genérica de uma fachada de edifício de escritórios moderno em ambiente urbano português.
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O Vice-Presidente da Recuperar Portugal, Mário Tavares da Silva, defendeu no Porto, a 7 de outubro, um novo modelo de financiamento europeu para o ciclo 2028-2034, que combine custos simplificados e resultados mensuráveis.

A Agência para o Desenvolvimento e Coesão, I.P., convidou Mário Tavares da Silva, Vice-Presidente da Recuperar Portugal, a partilhar as lições aprendidas com a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O encontro decorreu no Porto, a 7 de outubro, e focou-se nas principais conclusões dos mais de cinco anos de implementação deste instrumento europeu de financiamento baseado no desempenho.
Na ocasião, Tavares da Silva defendeu que o próximo ciclo de fundos europeus, entre 2028 e 2034, adote um modelo de financiamento e garantia diferenciado, adaptado à natureza, mensurabilidade e risco de cada projeto. A intervenção ocorreu durante a 27.ª Reunião do Grupo de Trabalho da Simplificação, parte da Rede Transnacional de Simplificação da DG REGIO da Comissão Europeia, dedicada ao financiamento não associado aos custos (FNAC) no Portugal 2030.
A sessão, intitulada «Rumo a 2028–2034: lições do PRR e do Fundo Social para o Clima», contou com a participação da Recuperar Portugal. O debate abordou a importância de conciliar a concretização de resultados com uma execução responsável dos fundos europeus, através de sistemas de gestão e controlo interno. A orientação para resultados e a simplificação de custos devem ser complementares, não alternativas.
O encontro, integrado na Rede Transnacional de Simplificação da Direção-Geral da Política Regional e Urbana da Comissão Europeia (DG REGIO), centrou-se no financiamento não associado aos custos (FNAC), com foco no Portugal 2030, na definição de marcos e metas, e nos desafios de acompanhamento e implementação. Participaram também representantes de Bulgária, Roménia, Estónia e Chipre, além da Comissão Europeia, discutindo desde o desenho das intervenções até aos pedidos de pagamento.
Informação elaborada a partir da fonte oficial: Recuperar Portugal — PRR (16/10/2026)