O projeto, que contou com a participação de 48 empresas e entidades científicas, fortaleceu significativamente a cadeia de valor nacional em baterias e armazenamento de energia. A sessão de encerramento contou com a presença de Manuel Castro Almeida, Ministro da Economia e da Coesão Territorial, e Fernando Alfaiate, presidente da Recuperar Portugal, marcando o fim de um ciclo de desenvolvimento de novas soluções e competências.
Fernando Alfaiate salientou que o legado mais importante do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) reside nas capacidades de inovação e competitividade que o país adquiriu. A Agenda NGS promoveu a colaboração entre 27 empresas e 21 entidades de investigação, abrangendo toda a cadeia de valor das baterias.
Foram desenvolvidas 21 novas soluções em áreas como refinação de matérias-primas, materiais, componentes, células e módulos de baterias, integração, aplicações, e ainda soluções de segunda vida e reciclagem. Adicionalmente, foram estabelecidas cinco linhas-piloto pré-industriais e três linhas industriais, elevando a capacidade tecnológica e produtiva nacional.
Um resultado tangível é a unidade industrial de reciclagem de baterias de iões de lítio desenvolvida pela b.again, empresa do dstgroup. O projeto também contribuiu para a formação e produção de conhecimento, com a conclusão de 102 teses de mestrado e doutoramento, 80 publicações científicas e 15 cursos de curta duração.
“"O verdadeiro legado do PRR não será apenas o que construímos, mas aquilo que Portugal será capaz de fazer depois dele. Inovar não é uma opção. É a condição necessária para competir."
Com o encerramento da Agenda NGS, ficam estabelecidas novas soluções, equipamentos, competências e redes de colaboração, essenciais para o avanço tecnológico e o desenvolvimento de novas aplicações industriais e de mercado em Portugal.




